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terça-feira, 10 de abril de 2018

Atualização dos meus backups

Pessoal,

   Como já havia explicado anteriormente aqui, faço o backup de meus dados em 2 HD's externos, serviços de nuvem (OneDrive, Dropbox, Box e Google Fotos), além de salvar tudo em um WD MyCloud para ter tudo acessível em qualquer lugar, além de um TimeCapsule (que eu mesmo fiz!).

   Também havia explicado que uso três programas para gerenciar esse mundaréu de backup:
  • o TimeMachine para gerenciar o TimeCapsule;
  • o Carbon Copy Cloner para gerenciar todos os outros backups (de nuvem para nuvem, de HD para HD, enfim, tudo);
  • e o FileZilla para gerenciar a cópia disso tudo para o MyCloud.

   Acontece que o MyCloud é confuso. Às vezes desmonta sozinho, principalmente no meio de um backup longo como o de discos virtuais. Parece que tem (má) vontade própria. Cacilda!

   E ficar entrando no FileZilla, tentando lembrar o que eu fiz de backup ou não, onde tem arquivo novo ou não... é um pé no saco, convenhamos.

   Aí tive uma ideia, daquelas que você se acha burro por não ter visualizado uma coisa tão simples antes!


   Por que usar o FileZilla se eu já tenho um programa que faz as cópias, verifica se há arquivos para serem atualizados ou não e, se houver, atualiza e ainda salva os antigos como medida de segurança?

   Afinal, tudo isso o próprio Carbon Copy Cloner faz!

   Ainda é preciso entrar na página do MyCloud, anotar o endereço ip e a máscara de rede, mudar de DHCP para Estático e habilitar o acesso FTP, tudo isso em Configurações --> Rede.


   Isso já foi explicado antes.

   A configuração do CCC também já foi explicada antes, mas aqui está o print de como fica:


   É demorado, mas vale cada segundo gasto (até porque você pode mandar rodar de noite e de manhã cedo já tá pronto!).

   Só é preciso lembrar de desfazer tudo (voltar para DHCP e desabilitar o FTP) para conseguir acessar via internet.

   Fácil e simples.

   Até a próxima.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Google Wifi (2)

Olá pessoal.

Vai aqui o relato do uso do Google Wifi por 2 meses, resumido em uma palavra: "Espetacular"!

Sério, meus problemas com internet acabaram. Estável e fácil de configurar. O problema de pegar bem em um cômodo da casa e não pegar em outro, agora é passado.

O Google Wifi é configurado apenas por app para iOS e Android (chupa Windows Phone). Se não tiver algum aparelho desses para configurar, vai sobrar. Tudo é configurado pelo app: atualizações de software, configurações diversas, senhas, tudo.

Achei que o aparelho seria meio capado, que seria mais simples, mas achei ele bem completo. Tem opções de testar a rede, medir velocidade da internet, testar a rede Mesh (ver se a interligação dos roteadores está ok), estabelecer prioridade de equipamentos, administrar usuários (senhas, limites de uso, configurações de sites permitidos / proibidos), além das tradicionais configurações de DNS, WAN e LAN, reserva de IP DHCP, encaminhamento de portas e coisas do gênero. Tudo bem claro e fácil de configurar, a la Google.

O equipamento é bem discreto. Pequeno, bonito, sem antenas visíveis, com estilo minimalista. Tem uma luz branca com intensidade variável (ajustável via app - se quiser deixar apagada no quarto, para não incomodar o sono, é possível).



Só estranhei um pouco o fato de ter apenas uma porta de saída ethernet. Resolvi aqui colocando um switch ethernet Gigabit com 5 portas.



Coisas da vida: enquanto estava escrevendo esse texto, dei uma olhada no site do Google Wifi e vi que ambas as portas podem ser usadas como LAN nos equipamentos secundários (o equipamento primário, que recebe a internet da operadora, vai precisar de uma porta para receber o sinal; a outra funciona como LAN)... Em todo caso, precisaria do switch de qualquer modo. 😒

Uma coisa que achei bem interessante é a possibilidade de acessar e configurar tudo pelo app mesmo estando fora da rede. Claro, é também arriscado porque se você perder o telefone (e ele não tiver nenhuma trava de segurança - senha, identificação digital ou qualquer outra), você PODE estar no sal... Mas por outro lado quebra um galhão, principalmente se a esposa ligar no meio da tarde reclamando que a internet caiu, tá lenta, etc, você entra no app e descobre qual o problema e até, eventualmente, reinicializa os roteadores. Bem prático.

Rede de 2,4 e 5 GHz? Tem. Rede para visitas? Tem também.

Ou seja, é um roteador bem completo, fácil configuração, com todas as praticidades e exigências do mercado doméstico atual. Vale a compra. Como ponto negativo, acho que deveria ser possível configurá-lo pelo computador.

Tem mais um ponto bem importante, pelo menos para mim. Já devo ter comentado que sou meio obsessivo-compulsivo por Back-up. Com o Google Wifi, uma vez que todos os computadores estão dentro da MESMA rede, mesmo que eu esteja com um computador na sala, consigo fazer o TimeMachine no meu MacMini, como já tinha explicado aqui e aqui.

Outra coisa que foi uma grata surpresa: minha impressora Wifi, uma Samsung M2070FW, que só aceita WPA - informação do Call Center da Samsung Brasil - (😓 porra, Samsung!), está funcionando na rede que está com senha WPA2. Não me perguntem como...

Até a próxima!


domingo, 14 de maio de 2017

MAC address, DHCP e reserva de endereço em DHCP

   Os computadores ligados na Internet têm um endereço: endereço IP. Sua operadora de internet SEMPRE saberá, portanto, se você acessou a internet, onde acessou, o que acessou, (talvez) exceto se você utilizar algum serviço para esconder IP (tipo o HideMyAss) ou VPN. Isso serve para computadores, tablets, telefones, etc.

   Cada computador ligado na internet tem um IP único, mas esse IP pode mudar a gosto da operadora. Assim, mesmo que o IP varie (IP dinâmico), a operadora sabe quem acessou o quê. Se você por algum motivo precisar ou quiser ter um IP fixo, é necessário entrar em contato com a operadora e contratar um serviço à parte.

   Depois que o sinal chega em sua casa, um roteador dividirá ele para todos os equipamentos que estejam usando a internet (ou intranet). O roteador cria um IP interno (algo como 192.168.0.1 ou 192.168.1.1 ou 10.0.0.1) e associa esse IP com um número único de cada placa de rede existente, chamado de MAC Address. O roteador tem um programa interno que o faz funcionar como um servidor de rede, distribuindo esses endereços IP para os equipamentos e registrando qual equipamento com qual MAC Address estava conectado nesse IP. Com um pouquinho mais de profissionalismo, é possível ter acesso ao que cada computador em especial (pois cada um tem um MAC Address único) acessou. Coisa simples para a PF e seus peritos, tá dona "2606iolanda@gmail.com"?

   Os roteadores usam um protocolo para distribuir IP's aos equipamentos que os utilizam. Esse protocolo chama-se DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol). Só que cada vez que o roteador ou o equipamento é desligado e religado, um novo endereço IP "interno" é dado para o equipamento. Assim, se antes você estava conectado como 192.168.0.100, após desligar e religar você ficará conectado como, por exemplo, 192.168.0.105. Se você estava usando algum equipamento como câmeras, servidores, etc, provavelmente terá que reconfigurar tudo a cada vez que desligar.

   No post anterior onde eu explicava sobre o Time Machine, disse que provavelmente você teria que reconfigurar tudo se desligasse o computador que funciona de servidor do TM (onde está conectado o disco "Time Machine", no meu caso o MacMini) ou o roteador.

   O Time Capsule "original" da Apple sempre terá um HD com IP fixo, pois foi projetado para isso. Como explicado, o Time Capsule é um roteador com um HD interno. Mas é possível fazer isso com qualquer HD em rede e qualquer computador ligado em um roteador. Tudo dependerá das capacidades do seu roteador :)

   Primeiramente, vamos descobrir o MAC Address do Mac:

1 - Clique em Preferências do Sistema --> Rede


2 - Escolha qual conexão está usando (no meu caso, estou ligado no roteador pelo Wifi E por cabo Ethernet). Neste caso, tanto faz qual placa eu quiser utilizar para "travar" o IP, mas lembre-se que o MAC Address para cada uma dessas placas será diferente, apesar de ambas estarem no mesmo computador.


3 - Para continuar, clique em "Avançado" e Hardware.
 

   Marcado em vermelho está o Endereço MAC ou MAC Address.

   Agora vem a parte um pouco mais difícil pois depende de cada fabricante de roteador. Eu uso um TP Link Archer C50, mas procure na página de setup do seu roteador a aba DHCP e Reserva de Endereço (Address Reservation).

   Após entrar na página de setup do roteador, basta escrever o MAC Address na reserva de endereço DHCP, escolhendo um endereço fixo. No meu caso, escolhi como endereço o mesmo que utilizei para configurar o Time Machine no post anterior (passo 4).

(Lembra dessa foto? O endereço IP a ser utilizado é o da seta 4, seja smb ou afp, tanto faz.)


   Pronto!

   Mesmo que eu desligue o roteador ou o MacMini, esse endereço IP estará reservado para a placa do MacMini. Se precisar trocar a placa de rede ou Wifi do MacMini ou se trocar de computador, será necessário refazer os passos, pois o MAC Address será alterado.

   Desse modo, fizemos um Time Capsule utilizado um MacMini como servidor e um HD externo. É possível fazer isso com virtualmente qualquer computador ligado em uma rede como servidor (independente do sistema operacional utilizado) e qualquer HD externo. Esse passo final apenas garante que o endereço IP utilizado sempre estará reservado para essa função.

   Na Internet há diversos tutorais para fazer um servidor de Time Machine com Raspberry Pi, mas utilizando o OSX eu achei bem mais fácil.

   Num próximo post eu falarei de como fazer backups incrementais e não incrementais SEM usar o Time Machine, falarei do novo morador daqui de casa e de um antigo que ressurgiu das cinzas...

   Até o próximo!

Backup no OSX e Time Machine

   Olá pessoal,

   O Time Machine (TM), em curtas linhas, é o sistema de backup proprietário da Apple e que vem instalado em todo Mac. Foi lançado na versão 10.5 do Mac OSX (Leopard), em 2009.

   O TM faz o backup de forma incremental, ou seja, no primeiro backup é gravado tudo o que o usuário tenha escolhido (por default, o TM grava tudo!). É um backup grande e demorado. Após esse, todos os outros backups são analisados e apenas são gravadas as modificações que existam entre o backup que está sendo feito e o imediatamente anterior. Esses arquivos diferentes são gravados em pastas indexadas por data, hora e estrutura do diretório.


   A graça do TM é que você pode ir navegando pela coluna lá da direita (que mostra as datas) e cada janela do Finder vai mostrar como estava aquela pasta em determinado dia.


   As duas fotos são do meu TM. Repare que na segunda foto há uma série de arquivos, mas na primeira foto há apenas 4. Os arquivos foram salvos por um TM antes que eu os apagassem. Caso eu tivesse feito isso acidentalmente, bastaria voltar até um momento (um backup) onde os arquivos estavam salvos e os copiasse para qualquer pasta desejada do momento. Pronto, arquivos recuperados! Simples! Fácil! Mobral!

   Essa aparência do TM é uma camada criada pela Apple para facilitar o entendimento do backup incremental. A estrutura do disco de backup fica assim:


   As setas mostram que as pastas estão identificadas pela data e hora em que a cópia foi feita; os círculos realçam as pastas copiadas (mas são copiados APENAS) os arquivos diferentes, presentes na cópia que está sendo feita e que não estava na cópia anterior, ou seja, um arquivo novo.

   Existe uma grande quantidade de programas que fazem backups incrementais ou cópias idênticas do disco (ou pastas selecionadas). Mac, Windows e Linux têm muitos programas para isso, mas com essa apresentação e facilidade de compreensão, só conheço o TM.

   A Apple, em 2008, lançou o Time Capsule (TC), que nada mais é que um roteador AirPort Extreme com um disco interno para fazer o backup de modo Wifi. Ou seja, o TM é um programa que faz o backup; se o usuário tiver um TC, o TM fará o backup no TC, caso contrário fará em qualquer disco de tamanho suficiente conectado ao Mac (HD externo, pendrive, etc). Se o usuário tiver um TC mas não tiver um Mac, terá um ótimo roteador, poderá acessar o disco com um disco em rede e poderá ligar uma impressora via USB e deixá-la em rede, MAS não poderá fazer usar o TM nele, pois o TM só existe para Mac.

   Outra opção é adquirir um HD externo e um roteador com suporte para disco em rede e utilizá-lo como um "TC". Com um Mac, após as devidas configurações, o HD aparecerá como um disco em rede, você manda formatá-lo em "Mac OS Expandido (Registro Cronológico)" e ele aceitará fazer o TM. É claro que se você utilizar tudo da própria Apple funcionará mais "redondo" e sem (ou quase nenhuma) configuração.

   Mas eu não tenho TC e sempre "pãodurei" muito na hora de comprar. É muito prático, mas sempre achei que tenho conhecimento e capacidade suficiente para fazer equivalente, só que mais barato e com mais trabalho (essa é a parte divertida 😉 !).

   Bom, como me tornei um "pouco" obcecado por backups após ter perdido alguns arquivos importantes, resolvi radicalizar: tenho 4 HD funcionando exclusivamente para backup:

 - WD My Book, de 3T, com arquivos do dia a dia, cópias diárias do Dropbox, Box e OneDrive, músicas, fotos, máquinas virtuais e outras quinquilharias!

 - Samsung 3TB, para onde é copiado diariamente o disco acima, sempre de modo incremental.

 - WD My Cloud 4TB, para onde é copiado o WD My Book de modo não incremental, diariamente; como esse é um NAS (Network-attached Storage - saiba mais aqui), consigo acessar o conteúdo sempre que necessário, pela internet.

 - Seagate 4TB (Time Machine) - um disco formado em Mac OS Extendido (Journaling) exclusivo para fazer TM.

   Os 3 discos estão conectados em um USB Hub 3.0 que está ligado a um MacMini; o WD My Cloud, por ser NAS, está ligado por um cabo Ethernet ao roteador (idealmente deveria ser um com porta Gigabit, mas não é o meu caso, infelizmente, porque ele fica leeennnttoooooooo). Todos os quatro estão "escondidos" dentro de um armário (por ordem expressa e inquestionável da minha esposa) e ligados ao USB Hub com cabos USB 3.0 comprados no Amazon (por incrível que pareça, não consegui comprar esses cabos aqui no Brasil...). O NAS, claro, não está ligado com cabo USB, mas com cabo Ethernet, também comprado no Amazon.

   O meu MacMini fica ligado constantemente. Não o desligo nem quando viajo! O disco do TM fica conectado nele via USB (já disse antes) e, assim, o TM funciona automaticamente. Fácil, né?

   O problema é que tenho mais 2 Macs, um Macbook White 2009 e um MacBook Air 2013. Como fazer para que acessem o disco USB do TM ligado no MacMini? Fiz assim:

 1 - Vá em Aplicativos --> Utilitários --> Utilitários de Disco e escolha o disco que deseja formatar para utilizar como TM. Lembre-se que o formato deverá ser "Mac OS Expandido (Journaling)"; o nome "Time Machine" não é obrigatório, mas escolhi para ficar mais fácil a identificação dos discos.


 2 - Após formatar o HD externo, abra o Finder em clique com o botão direito em cima do disco para acessar as informações.


 3 - Na janela das informações, marque "Pasta Compartilhada" e certifique-se que todos tem acesso a leitura e gravação (tá lá embaixo, em Compartilhamentos e Permissões).


 4 - Vá em Preferências do Sistema --> Compartilhamento e certifique-se que o Compartilhamento de Arquivos está ativado (1) para a pasta Time Machine (2) - que é o disco Time Machine que você acabou de formatar e compartilhar no passo 3!. Certifique-se, também, que todos tem acesso para leitura e gravação (3). Anote o endereço indicado em (4) - "smb" (Service Message Block) e "afp" (Apple File Protocol). O OSX tenta utilizar, como primeira escolha, o endereço "smb" e, caso não esteja disponível, utiliza o "afp". Este endereço indicará ao TM dos notebooks ou de computadores da rede (rede interna, não é da internet) onde está o disco "Time Machine" na sua rede doméstica. Aqui em casa eu tenho duas redes Wifi. O TM só funciona se os MacBooks estiverem ligados na MESMA rede onde está o MacMini, porque o TM utilizará o MacMini com Time Capsule. Mais informações em Compartilhamento de Discos em OSX você poderá obter aqui. Vamos em frente.


 5 - No MacBook ou em outro Mac na rede, clique no Finder e, na barra superior, clique em Ir --> Conectar ao Servidor.


 6 - Digite o endereço smb ou afp que você anotou lá no passo 4 e clique em Conectar.


 7 - Quando conectar, aparecerá um mensagem mostrando todos os discos do seu Mac (no meu caso, do MacMini) onde está conectado a unidade "Time Machine". Escolha esse disco para usar com TM!


 8 - Estamos quase lá! Agora abra o Time Machine na Preferencias do Sistema. Aparecerá uma imagem como a que se segue, onde você deverá clicar para escolher o disco para fazer o TM.


 9 - Recomendo deixar selecionado as opções "Fazer Backup automaticamente" e "Mostrar Time Machine na barra de menus". Escolha o disco "Time Machine" que está no endereço que você anotou.


 10 - Pronto! Clique em "Usar Disco" e faça o seu primeiro Time Machine.

   Todas as vezes que o seu MacBook entrar na rede onde está o disco "Time Machine", ele fará, automaticamente, um backup, assim como se você estivesse usando um TC!

   Há apenas um porém: se por algum motivo você desligar seu computador, pode ser que o roteador atribua um novo IP quando você ligá-lo. Isso acontecerá se você estiver utilizando o modo DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol) no seu roteador, o que é quase certo que esteja acontecendo (principalmente se você não fizer ideia sobre o que estou falando).

   Para manter o IP fixo na sua rede interna (é diferente de IP fixo da sua operadora), é necessário travar o IP para essa máquina em especial. Isso será abordado num próximo post, assim como a explicação de como faço backups nos meus outros HD's sem utilizar o TM.

Atualização - 18/04/2020

Pessoal, quando saiu a atualização para o OSX Catalina (agora 10.15.4) eu estava fora de casa, numa reforma infinita que achei que nunca terminaria. Quando a reforma acabou, tive o desprazer de presenciar a morte do meu MacMini.

Fiquei usando o MacBook White, ainda com o High Sierra 10.13.6, enquanto decidia se iria comprar um PC para fazer hackintosh ou se compraria um outro MacMini (aqui ou fora). Acabei comprando outro aqui mesmo, como falei aqui.

Como o diabo mora nos detalhes, assim que o novo Mini chegou e foi todo atualizado, não consegui fazer o MacBook White e o MacBook Pro efetuarem os backups no TimeMachine (que foi configurado no Mini, como descrito aqui neste post). Fiz de tudo e nada de conseguir. Sempre falava que o disco de backup não estava disponível.

Hoje, com um pouco mais de tempo e muito mais paciência, resolvi explorar melhor a parte de Compartilhamento de Arquivos dentro das Preferências do Sistema.

Apesar de tudo certinho (escolhido compartilhamento SMB e AFP, autorizações concedidas no disco do TM, IP fixado, tudo, resolvi clicar no disco Time Machine como botão direito (dentro da aba Compartilhamento) e apareceu isso: "Opções Avançadas --> Compartilhar como destino de backup do Time Machine".




Conferi no High Sierra e esta opção já estava lá, mas nunca marquei. Por alguma razão, o Catalina começou a exigir isso para o disco ficar disponível para backup com o Time Machine.

Marquei, como nas fotos, dei ok em tudo e fui pro dois MacBooks.

Lá foi confirmar qual o disco usaria para TM e pronto, resolvido.

Fica aí a atualização!